Do Medo ao Otimismo!

28 out

Cheguei a postar este poema (quase poema rsrsrs) escrito de uma outra forma que me pareceu bastante sombria, quando o observei com mais atenção. Pensei por outro lado que este refletia um estado de coisas meio irreal e que agora não encaro mais da mesma foram, portanto, não exitei em reescrevê-lo , buscando apontar para um sentimento mais sadio e para o estado de coisas no qual se encontram meu espírito e mente neste momento. Embora não se trate de uma pérola sobre o otimismo, senti que ao final consegui fazer as pazes com diversos sentimentos. E deixo minha mensagem repetindo o que já escrevi anteriormente, não tente  encarar um obstáculo como o final de tudo, mas, como uma oportunidade de mudar e crescer. Sem medo, sem desespero e sem toda a carga melodramática ,embora, com certo medo das reações mando este post mesmo assim.

Do Medo Ao Otimismo

Que posso eu fazer?

Se estou terrivelmente perdido em meio a tantos sentimentos…

Sentimentos que não me deixam em paz

Falei-te sobre eles, meu peito abriu-se deixando exposto meu coração.

Que agora bate descompassado e sem razão de bater

Já ouvi falar em perder alguém por falta de amor

Mas, você?! Perdi por excesso!

Notei-te assustada com todas as coisas que falei

Não a censuro! Não são todos os dias que se ouve tudo o que te disse!

Então você me disse:

“Como você esconde fundo o seu coração!”

Certamente que sim! Para não sofrer!

Sofrer, como estou sofrendo neste minuto.

A noite me fustiga e os dias me maltratam

Penso muitas vezes no que me dizem algumas antigas canções

E uma delas diz assim “Longe dos olhos, longe do coração!”.

Mentira! E o poeta, também o sabe.

Porque mesmo afastado de ti, não deixo de pensar em ti.

E imaginar que venturas estaria vivendo

Olho em volta e vejo várias jovens a passar por mim

Mas, não vejo nem a beleza e nem a candura que vejo em ti.

Na verdade não as vejo completamente, vejo você em cada uma delas.

Penso não posso mais viver assim!

Comparando todas as garotas e todos os rostos com o seu!

Desespero-me! Sim! Estou mesmo desesperado!

Como disfarçar o que os meus olhos não podem negar?

Que posso eu fazer?

Não quero ofendê-la com meus sentimentos

São sentimentos puros acredite!

Não são poucos e tão pouco são apenas um capricho!

Fico aqui me perguntando, será que ela pensa em mim?

Será que sou apenas “aquele cara” inconveniente do qual se ri numa roda de amigos

A verdade é que talvez tenha como muitos já o fizeram antes de mim e ainda o farão!

Erigido castelos de areia os quais são facilmente postos abaixo.

E então como você me disse: “um pessimismo” toma conta de meu ser

Que posso eu fazer?

Se cada esforço meu é inútil e a leva para mais longe!

Conhecer outras pessoas, procurar novas companhias?

Não trazem nada de novo para mim, nem alívio para o que sinto!

Trazem no mínimo um alívio momentâneo, que logo desaparece!

Desaparece, tão logo noto o assento vazio ao meu lado.

Penso que você poderia ser você ao meu lado!

Penso que uma multidão não é companhia e que muitos rostos felizes não fazem um amigo!

Quero você!

E novamente me pergunto:

Que posso eu fazer?

Você fala em novela!

Eu falo em romance!

Você em “uma noite cheia de fortes emoções!”.

Tenho emoções fortes todas as noites e todos os dias!

Penso em sumir, desaparecer!

Fugir de tudo! Mas, isso não é solução pra nada!

Que posso eu fazer?

Penso comigo mesmo!

Que o meu coração assim como o teu não tem culpa pelo que sente e o que não sente!

Afinal não tem boca é mudo, senão poderia dialogar com ele,

Não tem ouvido é surdo, portanto, mesmo que tivesse lábios não poderia contender com ele,

Nem olhos para ver o que está me fazendo sofrer,

Pois, assim como eu ele não pode expressar de forma concreta tudo pelo que está passando!

E veja só você! Meu coração sou eu!

Dolorido, com medo e solitário!

Seu coração assim como você se acha distante de mim,

Assim nós sofremos, eu e meu coração!

Gostaria de saber o que diz seu coração?

Por que o apenas sei as poucas palavras que me diz,

Também sei que não se manda no coração,

Que não posso obrigar ao seu que me aceite,

Não posso negar que estar junto a ti nem que por um segundo seria algo maravilhoso,

Assim como seria jogar mais lenha na fogueira!

Mas, sem a capacidade de manter a chama em sua plenitude.

Plenitude que se faz a dois

Neste caso sou apenas um!

Então me resta apenas conformar-me.

Conformar-me?

Não! Seguir em frente

Seguir em busca de algo que ainda não sei o que é

Pois, acho-me sem culpa e sem medo.

Lutei!

Venci?!

Venci meus terrores!

Meus medos!

Que posso eu fazer?

Agradecer-te pelos sentimentos que me fizestes sentir.

Pelo não!

Que me fez maior e mais forte,

Cresci na adversidade!

Sinto-me leve, como a brisa.

Ajustei as contas com o passado,

Fiz as pazes com o presente,

Tenho esperança no amanhã!

Nas pessoas!

Em mim!

No amor!

Que se oferece das mais variadas formas,

Até no simples não!

Obrigado pela sua amizade!

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