Eu sei, mas não devia

4 maio

Faz um bom tempo que tenho planejado voltar a escrever aqui. Planejo todos os dias. Penso na hora certa. No momento certo. Mas, no entanto, esta correlação de coisas nunca se faz presente.
Então escrevo mil posts em minha mente, só para esquecê-los um minuto depois.
Coisa de momento! Deixa pra lá! A quem isso (ou isto) importa!?
Vez por outra vejo um cometário, aqui e ali! Outro dia descobri que virei um problema de Física em uma das tantas Escolas por aí. Parece que aquilo que fazemos não tem tanta importância, mas, para o meu espanto, para algumas pessoas parece que sim?! Interessante…
Esta semana morreu o Abujamra, aquela figura ácida e querida, por um bom número de pessoas, quero crer. Alguém no Facebook (este lugar farto de opiniões, senso comum e revolta inútil – tá bom, não tão inútil assim) postou um vídeo com esta já saudosa figura, declamando o poema de Marina Colasanti, “Eu sei, mas não devia.”, fato que me causou um certo espanto, ao constatar que de uns tempos para cá também eu me acostumei a deixar as coisas para lá, “mas não devia”.

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